A introdução alimentar da Dona Travessura

A introdução alimentar, não! As introduções, afinal a Fabiane tem dois bebês e aqui elas relata as diferenças entre elas.

Com Martin comecei a introdução alimentar com 7 meses. Ele engordava e crescia muito bem e só mamava no peito, como não ia voltar a trabalhar fora esperei um pouco pra começar os alimentos. Ofereci frutas por meio da alimentação participativa e quando percebi a curiosidade dele, mudei pra BLW (Baby Led Weaning). No começo do BLW ele pegava os alimentos e não levava para boca, ficava só pegando, conhecendo o alimento. Depois de alguns dias voltei para a introdução alimentar participativa porque a quantidade que ele estava comendo havia caído drasticamente. Percebi que ele até gostava de pegar nos alimentos, mas tinha um certo nojinho. Com uns 10 meses ele já estava comendo mais e experimentava tudo que eu oferecia.

É preciso sensibilidade para perceber o interesse do bebê e como é a melhor maneira dele ser protagonista na introdução alimentar.

Com a Cecília foi diferente. Ela teve restrição de crescimento quando estava na barriga, mas mamou exclusivamente no peito até os 5 meses. Depois iniciei a fórmula, seguida pela introdução alimentar com 6 meses. Ela já era de aceitar melhor o BLW, mas ainda preferia a alimentação participativa. Fomos assim até os 10 meses. Agora ela só come o que está na bandeja e com a mão dela. Com quase 1 ano é só BLW. com ela vejo que a curiosidade bateu e ela se diverte.

Fabiane é criadora da marca Dona Travessura e é mãe do Martin com 3a3m e Cecília com 11 meses.

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Acompanhe a série de relatos sobre introdução alimentar e perceba que cada criança é única!

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Escrito por Daniela Foltran

Sou mãe de 3 meninas e 1 coelho. Cresci no sítio e vim sozinha para a selva de pedra. Defendo a amamentação e o fortalecimento dos vínculos. Acredito no desenvolvimento pleno da criança, no valor das oportunidades de experimentar cores, texturas, aromas e sabores. Luto pelo comer e brincar livremente sem sobrecarregar quem cuida, sem aumentar o trabalho e os cestos de roupas sujas. Minha missão? Espalhar autonomia e ajudar com o trato da a bagunça que todo esse aprendizado causa.
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